quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ninja 250R Charm

Uma concessionária da Kawasaki de Goiânia resolveu inovar, trazendo pra o público feminina uma versão personalizada da Ninja 250R.
A mecânica é a mesma na versão “masculina”, mas os grafismos de flores com predominância da cor rosa, não esconde a intenção de atrair o público feminino para o mundo das pequenas esportivas.
Batizada de Ninja 250R Charm, o modelo pode ser adquirido pelo mesmo valor da tradicional Ninja 250R.
Confesso que prefiro a versão original. Mas, fica aqui a dica.
E aí meninas, gostaram?

Fontes:
blogduasrodas.motonline.com.br
bestriders.com.br

domingo, 3 de novembro de 2013

Priscila e seu grande desafio: pilotar uma Boulevard

Este final de semana foi especial, graças ao meu amado namorado Zeca, que me incentivou, apoiou e acreditou que eu era capaz de realizar meu sonho, pilotar uma Boulevard! Meus amigos já sabem, mas eu só tinha pilotado moto com marcha duas vezes na vida, uma Twister, dentro da USP (Universidade de São Paulo), ano passado.
Sempre falei que queria pilotar uma moto “de verdade” e semana passada eu estava até pensando em pegar uma custom pequena ou uma nacked. Claro que essa vontade já passou. Explico!
No sábado, após o brunch, peguei o Zeca de surpresa e disse que eu queria ir pra USP dar uma volta na Boulevard! Ele topou, sem pestanejar!!!
Ao chegarmos na USP, paramos na rua da Raia Olímpica. O Zeca já me colocou sentada na moto, com ela desligada. Me fez sentir o peso dela, girar o guidão e finalmente descobrir onde ficava o contato pra ligar a chave! Liguei a moto, pedi pra ele me explicar todo o painel e botões.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Mulheres Sauditas pedem o direito de dirigir

Na Arábia Saudita as mulheres não têm direito à carteira de habilitação. 
O país vive sob uma rígida interpretação da lei islâmica (sharia), que impõe a segregação de sexos em espaços públicos. Além disso, mulheres não podem dirigir nem viajar para fora do país sem um homem da família, entre outras restrições. 
Um dos principais clérigos da ala mais conservadora da Arábia Saudita tentou justificar a proibição às mulheres de dirigir alegando que elas correm o risco de “danificar seus ovários” e, consequentemente, gerar filhos com problemas clínicos.